5 minutos de amor
5 minutos de ódio.
Têm sido demorados estes meus dias…
Porque será que tendem a tornar-se insanavelmente tão constantes…!?
Porque assim tem de ser?
Não… não há razões!!!
Fico à espera da ocasião, do timming certo
Esperanças para quê?
Seja qual for o tempo que espero, ou o que espero, na verdade, em tempo nenhum obterei melhor resposta que aquela que ouço a todos os momentos.
Mas sei lá eu se será o correcto...
Assim como ontem, volto a depor: nem sempre o correcto é o que está realmente certo.
E agora?
O que me apetecia mesmo era poder mandar meia esfera armilar "pro c*ralho" e fazer ouvir o meu discernimento para que justiça fosse feita.
Ffffffff...
Doí-me os olhos
Doí-me a coragem (sabias?)
Aqui... deste lado
Já saciei tudo, não alcanço muito mais
"Oh, and twisted thoughts that spin round my head..."
quarta-feira, dezembro 15, 2010
terça-feira, dezembro 07, 2010
fica aqui a letra toda...
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Talvez ele não tivesse dado tudo o que podia
Talvez ela não tivesse a certeza
Um dia sem esperar, um olhou o outro ao acordar despertou e
pensou para si:
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Quiseram os dois que não tivesse sido assim
Mas assim o escolheram
Ainda dormentes, no momento, disseram:
Lembra-me dos sítios onde andei, do que passei contigo
Lembra-me os momentos que guardei - não tenho lembranças
Lembra-me dos dias em que vivia por ti
Lembra-me as promessas que te fiz
Se não for demais, lembra-me de nós
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Arranjem-me melhor para agora!!!
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Talvez ele não tivesse dado tudo o que podia
Talvez ela não tivesse a certeza
Um dia sem esperar, um olhou o outro ao acordar despertou e
pensou para si:
Já não sei quem és
Já não sei que faço aqui
Se não for demais, lembra-me de nós
Quiseram os dois que não tivesse sido assim
Mas assim o escolheram
Ainda dormentes, no momento, disseram:
Lembra-me dos sítios onde andei, do que passei contigo
Lembra-me os momentos que guardei - não tenho lembranças
Lembra-me dos dias em que vivia por ti
Lembra-me as promessas que te fiz
Se não for demais, lembra-me de nós
Se não for demais, lembra-me de nós
Já não sei quem és
Já não sei quem és para mim
Se não for demais, lembra-me de nós
Arranjem-me melhor para agora!!!
quarta-feira, dezembro 01, 2010
sexta-feira, agosto 06, 2010
terça-feira, junho 29, 2010
my love...
"Should I fall out of love, my fire in the light?
To chase a feather in the wind
Within the glow that weaves a cloak of delight
There moves a thread that has no end
For many hours and days that passes ever soon
The tides have caused the flame to dim
At last the arm is straight, the hand to the loom
Is this to end or just begin?
All of my love, all of my love, oh
All of my love to you, now(...)"
To chase a feather in the wind
Within the glow that weaves a cloak of delight
There moves a thread that has no end
For many hours and days that passes ever soon
The tides have caused the flame to dim
At last the arm is straight, the hand to the loom
Is this to end or just begin?
All of my love, all of my love, oh
All of my love to you, now(...)"
sábado, maio 29, 2010
sábado, março 06, 2010
Não me mintas
Eu queria ter amarra nesse cais
para quando o mar ameaça a minha proa
e queria vencer todos os vendavais
que se erguem quando o diabo se assoa
para quando o mar ameaça a minha proa
e queria vencer todos os vendavais
que se erguem quando o diabo se assoa
sábado, dezembro 19, 2009
Por força do firmamento, talvez por ser contigo...
Quicá pelo sol ter dado conta de nós
O tempo é o melhor para mim.
Confiar talvez
Confiar talvez, e esperar pelo melhor.
Procurar-te a ti
Sem sofrer por ti
Sem fugir de ti
Sem cair de ti
Compensar em mim o copo vazio que tantas vezes enchi de tempo e bebi.
Encontrar a luz e aguardar que as horas passem devagar, pois o tempo é o melhor para mim.
Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-se até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas há tanto tempo a acenar
"dá-me lume"
Quicá pelo sol ter dado conta de nós
O tempo é o melhor para mim.
Confiar talvez
Confiar talvez, e esperar pelo melhor.
Procurar-te a ti
Sem sofrer por ti
Sem fugir de ti
Sem cair de ti
Compensar em mim o copo vazio que tantas vezes enchi de tempo e bebi.
Encontrar a luz e aguardar que as horas passem devagar, pois o tempo é o melhor para mim.
Dá-me lume, dá-me lume
Deixa o teu fogo envolver-se até a música acabar
Dá-me lume, não deixes o frio entrar
Faz os teus braços fechar-me as asas há tanto tempo a acenar
"dá-me lume"
sábado, novembro 14, 2009
Queria fazer-te parecer que o termo pesa como sentimentos
E é tão arriscado inquirir sem perceber o que se passa em nós
E é no silêncio
Que eu destapo os teus segredos
Os olhos dizem o que vai no coração
E é tão difícil ouvir sem perceber o que se passa em nós...
Yes I do, I promise that I'll be lovely
(...) and know why I'm here...
A ouvir Lifehouse, take me away
E é tão arriscado inquirir sem perceber o que se passa em nós
E é no silêncio
Que eu destapo os teus segredos
Os olhos dizem o que vai no coração
E é tão difícil ouvir sem perceber o que se passa em nós...
Yes I do, I promise that I'll be lovely
(...) and know why I'm here...
A ouvir Lifehouse, take me away
quinta-feira, julho 16, 2009
Existe apenas uma
"Existe apenas uma idade para sermos felizes, apenas uma época da vida de cada pessoa em que é possível sonhar, fazer planos e ter energia suficiente para os realizar apesar de todas as dificuldades e todos os obstáculos. Uma só idade para nos encantarmos com a vida, para vivermos apaixonadamente e aproveitarmos tudo com toda a intensidade, sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que podemos criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança, vestirmo-nos com todas as cores, experimentar todos os sabores e entregarmo-nos a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que enfrentamos com toda a disposição de tentar algo novo e de novo quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na nossa vida chama-se Presente e tem a duração do instante que passa"
Mário Quintana
Mário Quintana
segunda-feira, abril 06, 2009
Perto

Cada vez mais perto do momento da eloquência...
Cada vez mais perto do "homicídio"...
Cada vez mais longe do que decorreu, do que foi ficando para além de...
Nada que não estivesse à espera há bastante. No entanto, quando encaramos as proximidades oscilamos de uma maneira...Medonha. Não quero eu com isto depor, que seja perigoso. Assevero que será bem lucrativo, até...Qui ça!!! (Tenho esperança que sim)
(...)
Já bate forte na consciência, tão irracionalmente, tão credível ao mesmo tempo!
Parece incrível?
Talvez...
Murmúrios ao ouvido começam a fazer-me sorrir inconfortavelmente.
Falta menos de um mês, A minha queima, o meu fato preto, o meu sorriso...Sensato, Honesto, Verdadeiro...como a todos os momentos.
A vida? é surpreendente... o fenómeno.
Terei sempre que agradecer a quem me deixou de olhos a brilhar, está bem tu, tu e tu?
Demais, e não, demais nem sempre é algo que não preste . Muito pelo contrário, bem sabemos!
Lovely *
Realize- Colbie
sábado, outubro 11, 2008
Procuro o conforto da solidão para me encontrar no vazio que sinto, sussurro as palavras mágicas para um simples vazio...
Não interessa onde os meus passos vão dar, onde o tempo me consegue levar. A nada sinto o sabor e um manto de imensa vontade de nada cobre-me agora os ombros... sei-lhe agora o peso!Como se pode sentir tanto vazio numa vida que me podia levar a tudo?
O sentimento não é novo... momentos perpétuos deste mesmo sentimento percorrem o meu corpo... que estranho!!! E isto tem acontecido sempre, desde que a consciência surgiu também.
Nada fez muito sentido para mim, nada me tocou realmente por tantas e tantas vezes. Tantas e tantas vezes que tive mesmo de cometer o vil acto de fingir, talvez na , vá, tentativa de diminuir o sentimento de culpa ... talvez, vá, na tentativa de me tornar mais irracional... mais humana, de não ter constantemente que me virar do avesso para conseguir abafar todo o conjunto de emoções que mesmo eu proibindo quase, não consigo prescindir delas, por fazerem parte daquilo que sou.
E como posso eu dizer isto sem chocar uma ou outra mente humanista, que para mim a vida não passa de um imenso e estranho filme que passa diante de mim, sem me tocar, sem me causar qualquer tipo de incomodo, transtorno... ?
Porque não me sabem olhar com os tais olhos de ver que se costuma falar, porque não querem passar para lá do horizonte.humm... Não têm conhecimento de quem sou.
Tão fria e distante... tantas vezes julguei o meu coração de mármore frio, bonito, macio mas tão frio e descoberto da vida...
Bonito, macio...mas tão frio.
Poderia, eventualmente, partir em busca do sabor dos sonhos, do sabor dos milagres, do sabor da luta pelo que se acredita, do sabor da loucura, talvez!!!
Mas pra que?
Um caminho vazio nada é senão perder a vida que me resta...
Então?
Então pronto, que se estique a mão para me tocar o rosto, sentir a lágrima que lhe corre... a lágrima doce, dorida mas doce.
Talvez assim passe a ser genial, eu... e deixe este sabor distante perdido em mim, para agarrar os bons sinais que se me vão aparecendo e deixa-los chegar a mim como menina receptível à mínima caricia.
Continuo aqui, no entanto... para os sonhos, para a nossa genialidade.
Voar um bocadinho para ver se o vento me seca as impurezas.
*
a ouvir Adia [live @ roxy theatre] Avirl Lavigne
sábado, julho 19, 2008
Aproxima-se a hora da sentença... a hora da coragem que diz tanto e tão pouco, a badalada que provoca aquela afliçãozinha na barriga,o aperto no peito.
"Largaram-me a mil metros do chão. Largaram porque me agarrei" Sou dona do medo, da sensação de escassez de trabalho, da minha parte, e é esse o facto que me sustenta o sono por vezes.
No entanto, afirmo a amargura do passado ser motivo quase bastante para me elevarem ao degrau que sempre aspirei.
"Uma alucinação de vida que me enchia o coração"... Sim, talvez o enchesse a ele e tudo o que insiste em permanecer vazio em mim.
Depois de tanto salto e quedas consecutivas, já me levantava vagarosamente de modo a não perder nenhum grão de areia que tenho vindo aos poucos a apanhar e guardar cuidadosamente.
Aquele grito...
BAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH "reparo o sol que se afasta no ar. rasgo caminho onde o vento dormia..."
Lados Errados- Toranja, a ouvir
"Largaram-me a mil metros do chão. Largaram porque me agarrei" Sou dona do medo, da sensação de escassez de trabalho, da minha parte, e é esse o facto que me sustenta o sono por vezes.
No entanto, afirmo a amargura do passado ser motivo quase bastante para me elevarem ao degrau que sempre aspirei.
"Uma alucinação de vida que me enchia o coração"... Sim, talvez o enchesse a ele e tudo o que insiste em permanecer vazio em mim.
Depois de tanto salto e quedas consecutivas, já me levantava vagarosamente de modo a não perder nenhum grão de areia que tenho vindo aos poucos a apanhar e guardar cuidadosamente.
Aquele grito...
BAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH "reparo o sol que se afasta no ar. rasgo caminho onde o vento dormia..."
Lados Errados- Toranja, a ouvir
sábado, março 29, 2008
Num outro lugar qualquer que não este a que pertenço encontrei um instante perdido por entre diversas reminiscências.
Num soluço distinto surgia a justificação de cada tremor.
Numa lágrima difícil de suportar corria a agonia implantada desde aquele primeiro ápice.
E naquele vazio e infame espaço, todo e qualquer propósito fez sentido ... a ficção, o egoísmo, a tremenda força do orgulho, aquela tão grande característica de egocentrismo que faz parte, a dor do arrependimento que nunca se vai perder, domino essa certeza, como domino o meu próprio pensamento.
E uma vez iluminada pela eloquente reflexão da lua nas águas limpídas daquele mistirioso e feroz mar, atingi o horizonte com a maior das prepotências.
O tempo que passou , outrora incomodativo, hoje é pressagiado por mim perante o que há-de sossegadamente vir.
Porque assim o merece.
Num soluço distinto surgia a justificação de cada tremor.
Numa lágrima difícil de suportar corria a agonia implantada desde aquele primeiro ápice.
E naquele vazio e infame espaço, todo e qualquer propósito fez sentido ... a ficção, o egoísmo, a tremenda força do orgulho, aquela tão grande característica de egocentrismo que faz parte, a dor do arrependimento que nunca se vai perder, domino essa certeza, como domino o meu próprio pensamento.
E uma vez iluminada pela eloquente reflexão da lua nas águas limpídas daquele mistirioso e feroz mar, atingi o horizonte com a maior das prepotências.
O tempo que passou , outrora incomodativo, hoje é pressagiado por mim perante o que há-de sossegadamente vir.
Porque assim o merece.
sábado, janeiro 26, 2008
domingo, dezembro 02, 2007
Elogio ao amor
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra.O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.O amor é uma coisa, a vida é outra.A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também. (MEC)
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